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Confira a programação do Fórum Social Mundial Porto Alegre 2023

Porto Alegre será palco de mais uma edição de um dos eventos mais importantes globalmente para o debate da sociedade sobre a luta social e dos trabalhadores e trabalhadoras, desenvolvimento, democracia, igualdade, direitos e futuro: é o Fórum Social Mundial que ocorre de 23 a 28 de janeiro.

Para o presidente da CTB RS, Guiomar Vidor, e FSM 2023 cumprirá um papel muito importante para a organização das lutas sociais e dos trabalhadores e trabalhadoras neste momento que inicia o novo governo Lula no Brasil. Segundo ele, exigirá muita mobilização para disputar os rumos do governo e a luta pela recuperação de direitos que só será vitoriosa com pressão social.

Vidor destaca que as centrais sindicais e os movimentos sociais do RS e do Brasil têm um protagonismo pelo fato de serem os organizadores do evento. “É uma grande responsabilidade que temos neste momento pois é necessário organizar e integrar a luta que é dos trabalhadores e trabalhadoras, mas também é feminista, é anti-racista, é indígena, é pela superação de todos os tipos de desigualdades”.

Os organizadores informam que este não é o evento centralizado chamado pelo Conselho Internacional do Fórum Social Mundial. Trata-se de um evento regional de caráter mundial. O FSM 2023 será realizado nas dependências da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, que fica no centro da capital gaúcha.

A CTB RS está indicando uma programação prioritária no dia 25 de janeiro, mas indica a necessidade de participação em todos os eventos do FSM.

Veja a programação prioritária indicada pela CTB:

10h – Centrais Sindicais – Mesa do Mundo do Trabalho – Dante Barone
14h – CTB RS – Plenária Estadual – Auditório da AGEA (Rua dos Andradas, 943/11º andar)- com a presença do Presidente da CTB Nacional Adílson Araújo
16h30 – Marcha de abertura – Largo Glênio Peres

Veja a programação completa:

23 de janeiro (segunda)

9h | Atividades Autogestionadas – AL/RS
14h | Atividades Autogestiondas – AL/RS
14h | Abertura FSM da Pessoa Idosa – Teatro Dante Barone
19h | Mundo Multilateral e o combate ao Fascismo – Teatro Dante Barone

24 de janeiro (terça)

9h| Atividades Autogestionadas – AL/RS
14h | Atividades Autogestionadas – AL/RS
19h | Brasil da Esperança: O país que Queremos – Teatro Dante Barone

25 de janeiro (quarta)

9h | Convergência Mundo do Trabalho – Teatro Dante Barone
9h | Atividades Autogestionadas -AL/RS
10h | Sindicalismo e Trabalho Decente – Teatro Dante Barone
14h | Economia Solidária – Teatro Dante Barone
17h | Marcha do FSM Porto Alegre 2023 – Largo Glênio Peres
20h | Ato Político Cultural – AL/RS

26 de janeiro (quinta)

Seminário Internacional – Teatro Dante Barone

9h | Luta Antirracista, Popular e Periférica
14h | Por um Brasil Feminista
17h | Combate à Fome e a Luta Socioambiental

27 de janeiro (sexta)

Seminário Internacional do FSM – Teatro Dante Barone

9h | Direitos Sociais: Educação, Cultura, Saúde e Assist. Social
14h | Participação Popular e Controle Social
17h | Noite do Hip-Hop

28 de janeiro (sábado)

Parque da Redenção

15h às 20h | Festival Social Mundial

Pelo exíguo tempo de convocação e mobilização, esta edição de 2023 irá concentrar a sua dinâmica na realização, em parceria com a AL/RS, de atividades autogestionadas e de convergências nos dias 23 e 24, na Marcha no dia 25, no Seminário Internacional nos dias 26 e 27 e no Festival Social Mundial no dia 28 no Parque da Redenção.

No dia 25, às 10h, as centrais sindicais irão promover uma mesa sobre Sindicalismo e Trabalho Decente – Salário Igual para Trabalho Igual, no Teatro Dante Barone. No mesmo dia e local, às 14h, haverá uma mesa sobre Economia Solidária e, às 17h, será realizada a Marcha do Fórum Social Mundial, com concentração no Largo Glênio Peres.

As atividades autogestionadas poderão ser presenciais, híbridas ou virtuais

Inscrições: https://www.fsm.org.br/inscricao

Mais informações: https://www.fsm.org.br/

Centrais sindicais, Federações e Sindicatos indicam Vanius Corte para Superintendente Regional do Trabalho no RS

Com a posse de Lula na Presidência da República, iniciou um novo momento da mobilização social e trabalhista que passa pela definição dos gestores nos postos-chave da administração federal no estado, o que levou a CTB RS, a maioria das centrais sindicais e um amplo conjunto de federações e entidades sindicais, mais de cem ao todo, a indicar o auditor fiscal do trabalho, Dr. Vanius Corte, para o cargo de Superintendente Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul.

Vanius Corte possui uma trajetória reconhecida no serviço público, “com notório saber jurídico e todos os demais atributos e qualidades para o exercício do cargo ora pleiteado, com destaque a sua larga experiência na vida sindical, jurídica e na administração pública”, diz o documento encaminhado o novo governo.

Segundo as entidades que subscrevem o pedido, a condução de Vanius Corte ao cargo de Superintendente Regional do Trabalho também representa uma homenagem aos Auditores Fiscais do Trabalho e a todos os demais servidores e servidoras de carreira que tiveram a coragem de resistir, lutar e enfrentar as enormes dificuldades que lhes foram impostas ao exercício de suas funções e atribuições que ocorreram a partir de 2016, e que foram muito agravadas no período de 2019 a 2022.

PERFIL

Vanius João de Araújo Corte é Bacharel em Direito pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), atuou como advogado trabalhista de 1991 a 1996, prestando serviços para sindicatos da Região da Serra Gaúcha como o Sindicato dos Bancários, Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Fiação e Tecelagem, Sindicato dos Gráficos, Sindicato dos Radialistas, Sindicato dos Servidores Municipais de Caxias do Sul entre outros.

Também foi Procurador-chefe do Município de Caxias do Sul de 1997 a 2004. Desde 2005 é Servidor Público Federal, Auditor Fiscal do Trabalho. Desde 2010 exerce as funções de Gerente Regional do Ministério do Trabalho em Caxias do Sul. É também professor convidado do curso de pós-graduação em Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho da UCS (Universidade de Caxias do Sul) desde 2015.

ASSINAM O DOCUMENTO:

Guiomar Vidor
Presidente Estadual da CTB-RS – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
Nórton Juberli
Presidente da UGT/RS – União Geral dos Trabalhadores
João Pires
Coordenador Estadual da NCST/RS – Nova Central Sindical de Trabalhadores
Sérgio Arnoud
Presidente da CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
Paulo Olympio
Presidente da PÚBLICA – Central Sindical do Servidor Público

• Federações de Trabalhadores:

FECOSUL – Federação dos Empregados no Comércio de Bens e Serviços do Estado do RS
FITEDECA – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Difusão Cultural e Artistas nos Estados do RS e SC
FEEAC – Federação dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação do Estado do RS
FETAG/RS – Federação dos Trabalhadores na Agricultura no RS
FETAR/RS – Federação dos Trabalhadores Assalariados Rurais no RS
FETIVERGS – Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Calçado e do Vestuário do RS e Sindicatos Filiados
FEPSP – Federação dos Vigilantes do RS
FECHSRS – Federação dos Empregados no Comércio Hoteleiro, Restaurantes, Bares e Similares do RS Federação dos Trabalhadores Rodoviários do RS
Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado do Rio Grande do Sul Federação dos Trabalhadores na Industria Gráfica do RS
FESSERGS – Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do RS e Sindicatos Filiados
FIEICA-RS – Federação Intermunicipal dos Empregados nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação e Sindicatos Filiados

• Sindicatos de Base Estadual e Regional:

SENALBA – Caxias do Sul
Sidicato dos Rodoviários de Caxias do Sul
SIDIFARS – Sindicato dos Farmacêuticos do RS
Sindesc/RS – Sindicatos dos Empregados em Empresas e Escritórios Contábeis do RS
Sindhoteis de Ijuí e Região
Sindicato da Construção Civil e Mobilarios de Farroupilha
Sindicato dos Comerciários de Alegrete
Sindicato dos Empregados em Hotéis e Restaurantes de São Leopoldo
Sindicato dos Empregados em Hotéis, Bares e Restaurantes de Passo Fundo e Região
Sindicato dos Empregados em Hotéis, Restaurantes e Similares de Canela
Sindicato dos Empregados em Hotéis, Restaurantes, similares, Turismo e Hospitalidade Santa Maria Sindicato dos Empregados em Turismo e Hospitalidade de Canela, Gramado e Região
Sindicato dos Empregados no Comércio de Bagé
Sindicato dos Empregados no Comércio de Bento Gonçalves
Sindicato dos Empregados no Comércio de Cachoeira do Sul
Sindicato dos Empregados no Comércio de Canela
Sindicato dos Empregados no Comércio de Gramado e Região.
Sindicato dos Empregados no Comércio de Carazinho
Sindicato dos Empregados no Comércio de Caxias do Sul
Sindicato dos Empregados no Comércio de Cruz Alta
Sindicato dos Empregados no Comércio de Dom Pedrito
Sindicato dos Empregados no Comércio de Erechim
Sindicato dos Empregados no Comércio de Farroupilha
Sindicato dos Empregados no Comércio de Ibirubá
Sindicato dos Empregados no Comércio de Ijuí
Sindicato dos Empregados no Comércio de Lagoa Vermelha
Sindicato dos Empregados no Comércio de Lajeado
Sindicato dos Empregados no Comércio de Montenegro
Sindicato dos Empregados no Comércio de Novo Hamburgo
Sindicato dos Empregados no Comércio de Palmeira das Missões
Sindicato dos Empregados no Comércio de Rio Grande
Sindicato dos Empregados no Comércio de Santana do Livramento
Sindicato dos Empregados no Comércio de Santiago
Sindicato dos Empregados no Comércio de Santo Ângelo
Sindicato dos Empregados no Comércio de São Borja
Sindicato dos Empregados no Comércio de São Francisco de Assis
Sindicato dos Empregados no Comércio de São Leopoldo
Sindicato dos Empregados no Comércio de São Luiz Gonzaga
Sindicato dos Empregados no Comércio de São Sebastião do Caí
Sindicato dos Empregados no Comércio de Sapiranga
Sindicato dos Empregados no Comércio de Sarandi
Sindicato dos Empregados no Comércio de Taquara
Sindicato dos Empregados no Comércio de Taquari e Região
Sindicato dos Empregados no Comércio de Vacaria
Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro, Bares; Restaurantes e Similares de São Gabriel, Rosário do Sul e Alegrete
Sindicato dos Empregados no Comércio Jaguarão
Sindicato dos Gráficos de Caxias do Sul e Região
Sindicato dos Municipários de São José do Norte
Sindicato dos Químicos de Caxias do Sul
Sindicato dos Rodoviários de São Leopoldo
Sindicato dos Trabalhadores e Assalariados Rurais de Vacaria e Muitos Capões Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Canela
Sindicato dos Trabalhadores em Transporte de Santo Ângelo
Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Santana do Livramento
Sindicato dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade de Pelotas
Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Caxias do Sul e Região
Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação de Caxias do Sul
Sindicato dos Trabalhadores na Industria do Vestuário de Caxias e Região
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e dos Mobiliários de Caxias do Sul Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Fiação e Tecelagem do Distrito de Galópolis.
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Calçado de Campo Bom
Sindicato dos Trabalhadores no Comércio Hoteleiro, Meios de Hospedagem, Gastronomia e em Turismo e Hospitalidade de Caxias do Sul
Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Santa Maria
Sindicato dos Vigilantes de Alegrete
Sindicato dos Vigilantes de Guaíba
Sindicato dos Vigilantes de Ijuí
Sindicato dos Vigilantes de Lajeado
Sindicato dos Vigilantes de Novo Hamburgo
Sindicato dos Vigilantes de Passo Fundo
Sindicato dos Vigilantes de Rio Grande
Sindicato dos Vigilantes de Santana do Livramento
Sindicato dos Vigilantes do Alto Uruguai
Sindicato Trabalhadores Nas Indústrias Calçados, Vestuário de Gramado, Canela e São Francisco de Paula
Sindicatos Vigilantes de Caxias do Sul
Sindilimp – Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio e Conservação de Caxias do Sul SINDIREF – Sindicato dos Empregados em Empresas de Refeições Coletivas, Refeições Convênio,Cozinhas de Indústrias e Restaurantes Industriais de Caxias do Sul
SINDISAÚDE – Sindicatos dos Trabalhadores na Saúde de Caxias do Sul
SINDITESTRS – Sindicato dos Técnicos de segurança do Trabalho do Estado do RS
Sintecom Rio Grande
SINTRAHG – Sindicato dos Trabalhadores em Hotelaria e Gastronomia de Gramado
SINTRATEL/RS – Sindicato dos Empregados em Empresas de Telemarketing e Videochamada do RS STIC – Sindicato dos Trabalhadores na Industria da Construção Civil de Porto Alegre
SINDIMERCOSUL – Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Carga de Linhas Internacionais do Rio Grande do Sul
SINTERGS – Sindicato dos Servidores de Nível Superior do Poder Executivo do Rio Grande do Sul

Governo do Estado sanciona Lei do salário mínimo regional; saiba como ficaram os valores

O governo do Estado promulgou nesta quinta-feira, 22 de dezembro, a Lei Nº 15.911 que estabeleceu o reajuste de 10,6% para o salário mínimo regional. A repercussão nos salários das categorias atingidas é proporcional e imediato, inclusive no 13º salário. O reajuste ocorreu após 10 meses de mobilização do Sindesc RS, da CTB e das centrais sindicais que culminou com uma negociação neste mês de dezembro da qual participaram o executivo estadual e o legislativo. A proposta inicial do governo era de apenas 7,7% para o índice.

REAJUSTE JÁ ESTÁ VALENDO

Para o presidente da CTB RS e da FECOSUL, Guiomar Vidor, apesar de o índice não ter atingido os 15,58% reivindicado pelas centrais sindicais, foi uma vitória ter chegado aos 10,6%. O dirigente esclarece que este índice aprovado já será aplicado de forma imediata nos salários do mês de dezembro, com repercussão, inclusive, no 13º salário.

“Houve uma divulgação equivocada em alguns meios de comunicação de que o reajuste valeria a partir de fevereiro de 2023. Na verdade, este reajuste aprovado é referente ao ano de 2021, que deveria ter sido dado em fevereiro deste ano. Em fevereiro de 2023 estaremos reivindicando o reajuste sobre o ano de 2022 e esperamos que este seja dado sem haver tanto atraso como ocorreu neste ano”, esclareceu Vidor.

A CTB RS e as centrais sindicais devem lançar em fevereiro do ano que vem uma nova campanha em defesa do reajuste e pela valorização do salário mínimo regional. Ele atinge mais de 1,5 milhão de trabalhadores e trabalhadoras do RS sendo, principalmente, aquelas categorias mais frágeis, que não contam com sindicatos fortes na sua base de representação.

O salário mínimo regional está dividido em cindo faixas de reajuste. Veja como ficaram:

Faixa 1 – R$ 1.443,94 para trabalhadores:

a) na agricultura e na pecuária;

b) nas indústrias extrativas;

c) em empresas de capturação do pescado (pesqueira);

d) empregados domésticos;

e) em turismo e hospitalidade;

f) nas indústrias da construção civil;

g) nas indústrias de instrumentos musicais e de brinquedos;

h) em estabelecimentos hípicos;

i) empregados motociclistas no transporte de documentos e de pequenos volumes – “motoboy”; e

j) empregados em garagens e estacionamentos ;

Faixa 2 – R$ 1.477,18 para trabalhadores:

a) nas indústrias do vestuário e do calçado;

b) nas indústrias de fiação e de tecelagem;

c) nas indústrias de artefatos de couro;

d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça;

e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;

f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;

g) empregados em estabelecimentos de serviços de saúde;

h) empregados em serviços de asseio, conservação e limpeza;

i) nas empresas de telecomunicações, teleoperador (“call-centers”), “telemarketing”, “call-centers”, operadores de “voip” (voz sobre identificação e protocolo), TV a cabo e similares; e

j) empregados em hotéis, restaurantes, bares e similares;

Faixa 3 – R$ 1.510,69 para trabalhadores:

a) nas indústrias do mobiliário;

b) nas indústrias químicas e farmacêuticas;

c) nas indústrias cinematográficas;

d) nas indústrias da alimentação;

e) empregados no comércio em geral;

f) empregados de agentes autônomos do comércio;

g) empregados em exibidoras e distribuidoras cinematográficas;

h) movimentadores de mercadorias em geral;

i) no comércio armazenador; e

j) auxiliares de administração de armazéns gerais;

Faixa 4 – R$ 1.570,36 para trabalhadores:

a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;

b) nas indústrias gráficas;

c) nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;

d) nas indústrias de artefatos de borracha;

e) em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;

f) em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares;

g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;

h) auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);

i) empregados em entidades culturais, recreativas, de assistência social, de orientação e formação profissional;

j) marinheiros fluviais de convés, marinheiros fluviais de máquinas, cozinheiros fluviais, taifeiros fluviais, empregados em escritórios de agências de navegação, empregados em terminais de contêineres e mestres e encarregados em estaleiros;

k) vigilantes; e

l) marítimos do 1º grupo de Aquaviários que laboram nas seções de Convés, Máquinas, Câmara e Saúde, em todos os níveis (I, II, III, IV, V, VI, VII e superiores) ;

Faixa 5 – R$ 1.829,87: para os trabalhadores técnicos de nível médio, tanto em cursos integrados, quanto subsequentes ou concomitantes.

Já o valor de referência sobre a remuneração mínima a ser paga para os servidores públicos da Administração Direta, das Autarquias e das Fundações de Direito Público, passa a ser R$ 1.570,36.

FONTE: CTB RS

Comissão confirma salário mínimo de R$ 1.320 em 2023 em Orçamento da União

A Comissão Mista de Orçamento aprovou na manhã desta quinta-feira (22) a Lei Orçamentária Anual (LOA, PLN 32/2022). O texto segue ao Plenário do Congresso para votação conjunta por Câmara dos Deputados e Senado. Segundo o relator-geral do Orçamento, senador Marcelo Castro (MDB-PI), o orçamento prevê aumento do salário mínimo dos atuais R$ 1.212 para R$ 1.320 em 2023. Desse modo, segundo Castro, o aumento real do salário mínimo deve ficar em torno de 2,7%. E assim chegar ao montante prometido pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta orçamentária reserva R$ 6,8 bilhões para o aumento do piso nacional.

O relator-geral já adaptou o texto da LOA à Emenda Constitucional (EC 126) decorrente da PEC da Transição. O texto dispensa o Poder Executivo de pedir autorização do Congresso Nacional para emitir títulos da dívida pública para financiar despesas correntes no montante de R$ 145 bilhões no próximo ano, contornando a chamada “regra de ouro”. Os recursos ficarão de fora ainda da restrição do teto de gastos.

Com a aprovação, dois dos compromissos assumidos por Lula começam a ser cumpridos no começo de seu governo: a valorização do salário mínimo já no início de 2023 e a inclusão dos pobres no orçamento.

Segundo Marcelo Castro, o Orçamento para 2023 reserva R$ 70 bilhões ao novo Bolsa Família, que retorna no lugar do Auxílio Brasil. O valor será de R$ 600 por mês, acrescido de R$ 150 para cada criança de até 6 anos em todos os grupos familiares atendidos pelo programa.

A peça orçamentária prevê que os R$ 75 bilhões se destinem a despesas como políticas de saúde (R$ 16,6 bilhões), entre elas o programa Farmácia Popular. Além disso, R$ 22,9 bilhões provenientes de encargos e doações privados, como o PIS, poderão ser usados em despesas com investimentos. O ministro da Fazenda de Lula, Fernando Haddad, já afirmou que a maior parte desses investimentos deve bancar a retomada de obras paralisadas.

Emendas de relator

O relator explicou ainda alterações no valor de R$ 19,4 bilhões das emendas de relator. O texto teve de obedecer determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) de acabar com essa emendas, do chamado orçamento secreto. Foi criada uma nova regra permanente pela qual, a cada ano, o governo vai reservar no projeto orçamentário um total de 2% da receita corrente líquida do ano anterior para as emendas individuais do orçamento do ano seguinte. Até então o total era de 1,2%, o que deu R$ 11,7 bilhões no projeto inicial para 2023.

Com o acréscimo da PEC, as emendas individuais já aprovadas pela Comissão Mista de Orçamento terão um “reforço de dotação”. Marcelo Castro disse que não haveria tempo hábil para que cada parlamentar apresentasse novas emendas:

“No próximo ano, o parlamentar poderá fazer ajustes e deslocamentos de uma emenda para outra ou mesmo para outra ação. Então, no ano que vem é que eles vão fazer essas adequações que agora nós não temos prazo legal para fazer”, disse.

Fonte: Agência Câmara de Notícias e Agência Senado

Estado lança Delegacia Online da Mulher

O combate à violência contra a mulher no Rio Grande do Sul ganhou o reforço de mais uma ferramenta. A Polícia Civil lançou a Delegacia Online da Mulher (Dol Mulher), uma página exclusiva para tratar da violência doméstica e de gênero contra a mulher, hospedada dentro do site da Delegacia Online. O serviço pode ser acessado de qualquer tipo de dispositivo, como celulares, tablets e computadores, e funciona 24 horas por dia, proporcionando agilidade nos registros.

A Delegacia Online da Mulher foi criada pelo Departamento de Tecnologia da Informação Policial (DTIP) da Polícia Civil, através da Divisão de Assessoramento Especial e da Delegacia Online. A ideia consistiu em abrir um espaço digital como mais uma forma de ajudar as mulheres a romperem o ciclo de violência. Por meio da página, é possível registrar casos de violência e o descumprimento de medidas protetivas, por exemplo.
“O site também é encorajador no sentido de as mulheres poderem relatar a violência que possam sofrer”, disse Sílvia Sehn, delegada titular da Delegacia Online da Mulher. As usuárias também podem preencher um formulário de avaliação de risco, que orientará os profissionais que atuam neste contexto a tomar decisões que evitem a ocorrência de novas agressões. Elas também terão acesso direto ao Whatsapp da Polícia Civil, pelo qual podem ser feitas denúncias de delitos dessa natureza.

Em 2022, até agora, 102 mulheres já perderam a vida vítimas de feminicídio no Rio Grande do Sul. Dessas mulheres, 83% não tinha nenhum registro policial contra os seus companheiros. Esse é um assunto que ainda envolve muitos tabus, muitos medos. E é nesse sentido que a ferramenta vem para facilitar, porque permite que a mulher que sofre violência doméstica possa denunciar e levar esse problema às autoridades pela tela do computador.

Além de funcionar como mais um espaço de denúncia, o objetivo é que a Delegacia Online da Mulher sirva ainda como um espaço educativo sobre o tema. O site traz informações sobre o conceito de violência doméstica, formas como ela se manifesta e os direitos das vítimas, incluindo links úteis relacionados à rede de proteção. Também está disponível uma cartilha informativa com o passo a passo do registro online.

A Delegacia Online da Mulher se soma a outros canais de denúncia já existentes. Além da nova página, as mulheres ou aqueles que presenciam algum tipo de violência contra a mulher podem denunciar pelo Disque 180 e pelo Whatsapp da Polícia Civil (51) 98444-0606.

ACESSE: https://www.delegaciaonline.rs.gov.br/dol/#!/delegaciadamulher/main

Vitória: salário mínimo regional tem reajuste de 10,6%

No apagar das luzes do ano legislativo de 2022, finalmente foi aprovado na manhã desta sexta-feira, 20, o reajuste do salário mínimo regional que ficou em 10,6%. O governo Ranolfo havia encaminhado proposta de reposição de 7,7%, enquanto as centrais sindicais pediam 15,58%. O índice alcançado foi resultado de muita mobilização e negociação do Sindesc RS, ao lado da CTB e das centrais sindicais junto aos deputados e ao governo.

O mínimo regional tem cinco faixas salariais que atualmente variam de R$ 1.305,56 a R$ 1.654,50, de acordo com o segmento profissional. Com o reajuste aprovado por 48 votos a três, esses valores passam a ser de R$ 1.443,94 a R$ 1.829,87.

Segundo o Presidente do Sindesc RS, Fernando Lemos, o reajuste do piso regional ajuda as categorias mais frágeis e não organizadas em torno de sindicato. São cerca de 1,5 milhão de trabalhadores e trabalhadoras atingidos, como as empregadas domésticas, trabalhadores na agricultura e motoboys.

Lemos pontuou também que o piso regional é um balizador para o estabelecimento dos demais pisos profissionais no Rio Grande do Sul. “Esperamos que o Governador sancione ainda em dezembro para que o reajuste repercuta no 13º salário, aumentando o consumo de quem mais precisa”, completou.

Para o presidente da CTB RS e da Fecosul, Guiomar Vidor, foi uma vitória importante. “Mesmo que não tenhamos conseguido recuperar as perdas acumuladas, essa proposta é 40% maior em relação ao que fora oferecido pelo governo inicialmente”, ponderou.

Vidor fez um agradecimento ao sindicatos que se mobilizaram desde o início de 2022 na luta em defesa do mínimo regional. No próximo ano, segundo ele, a luta deve continuar pela valorização do piso regional. “Vamos seguir mobilizados em defesa do mínimo regional em um novo clima, avaliamos, isto devido as mudanças que são esperadas com o novo governo e a retomada da política nacional de valorização do salário mínimo”.

Vai ter férias coletivas nesse final de ano? O que você precisa saber

Você trabalha em escritório ou empresa de contabilidade? Vai ter férias coletivas nesse final de ano? O que você precisa saber?

✅ Início das férias:
As férias coletivas, assim como férias normais, não podem iniciar dentro do período de 48h que antecedem dia não trabalhado, ou seja, não pode iniciar na sexta-feira.
Fique ligado nisso. As empresas que optarem por dar férias coletivas aos funcionários no final desse ano 2022 precisam observar a data de início das férias.

✅ Feriados
Conforme previsto em nossa Convenção Coletiva de Trabalho, a CCT, as empresas que não têm acordo coletivo com o Sindesc, precisam observar que os feriados não podem ser computados no período de férias, independente se os mesmos cairem em domingos.
Nesse caso, os feriados 25/12 e 01/01, caso estejam dentro do período de férias, precisam ser compensados em dias trabalhados ou devem ser pagos “a mais” na folha do mês.

▶ Você sabe o que é a CCT? Caso não saiba, procure saber. São seus direitos que foram conquistados pelo Sindesc.

Sindesc RS! Faça parte, união que faz a diferença. Contribua e ajude a fortalecer o seu sindicato.

Aumento da cesta básica e da Inflação corroem poder de compra dos empregados em Contabilidade

Com uma nova suba da cesta básica de novembro para R$ 781,52, a segunda mais cara do País, e com uma inflação acumulada de março a novembro de 2022 na ordem de 3,48% (INPC IBGE), os empregados em Contabilidade tem o seu poder de compra reduzido.

Se fossemos reajustar o valor do piso salarial da categoria, que atualmente está em R$ 1.634, nos mesmos percentuais de aumento da cesta básica e da variação do INPC, teríamos que ter pisos salariais de R$ 1.739,12 ou R$ 1,690,82 respectivamente, em dezembro de 2022.

Também é necessário entendermos que nos meses de Julho, agosto e setembro tivemos uma deflação artificial em decorrência da redução de impostos dos combustíveis na ordem de 1,24%. Sem o deflacionamento de 1,24% a inflação acumulada medida pelo INPC do IBGE de março a novembro de 2022 seria de 4,76%.

Cresce a população em situação de rua no Brasil

alta da pobreza aumentou a dificuldade para pagar o aluguel e elevou os despejos no Brasil. Entre 2019 e 2022, a população em situação de rua cresceu 38%, o que afeta 281,4 mil pessoas.

Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em uma década, a elevação foi de 211%. Em suma, muito superior ao crescimento da população geral no país, de 11%.

Desde o início da pandemia da Covid-19, o índice de famílias em situação de rua disparou 901%, conforme levantamento da Campanha Despejo Zero.

O aumento do número de pessoas com risco de despejo é o reflexo de políticas insuficientes do governo Bolsonaro. A gestão afundou o país em no desemprego, pobreza, fome e outras mazelas. Informações dos Bancários Bahia.

Síndrome de burnout: o que é? Como enfrentá-la?

Muito se fala sobre a importância da saúde mental no trabalho. E o motivo é simples: os transtornos psicológicos têm se tornado cada vez mais frequentes. Prova disto é que mais de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com a Síndrome de Burnout.

O termo “burnout” foi criado pelo médico americano Herbert Freudenberger em 1974. Ele significa “aquilo que deixou de funcionar por absoluta falta de energia”. Por este motivo, a Síndrome de Burnout também é conhecida como “Síndrome do esgotamento profissional”.

No Brasil, a doença é reconhecida por meio do Decreto N.º 3.048 de 6 de maio de 1999. Além de ser encontrada no Grupo V da Classificação Internacional das Doenças – CID-10. Onde é citada como a “sensação de estar acabado”.

Quer entender melhor o que é este transtorno e quais impactos ele pode trazer para a saúde dos colaboradores? Então, continue a leitura! Vamos falar sobre sintomas, causas e efeitos da Síndrome de Burnout e o que fazer para evitá-la.

Principais sintomas:

De maneira geral, esta síndrome pode ser caracterizada em três dimensões:

  • Exaustão emocional;
  • Despersonalização;
  • Baixa realização profissional.

O primeiro momento é quando o trabalhador começa a sentir cansaço excessivo e sua energia esgotada devido aos problemas profissionais. No segundo, este esgotamento leva a à ausência de sentimentos em relação às outras pessoas no trabalho. Como colegas ou clientes.

Por fim, o terceiro momento está relacionado ao fato do colaborador não perceber o seu esforço e trabalho sendo valorizados e reconhecidos pelos líderes. O que gera o sentimento de insatisfação profissional.

Além disso, cada uma das fases pode vir relacionada a outros sintomas. Confira os principais:

  • Baixa autoestima, insônia, palpitações e dores de cabeça

Se engana quem pensa que os sintomas da Síndrome de Burnout se limitam a fatores psicológicos. Como estresse, baixa autoestima, insônia e falta de concentração.

Em muitos casos, o esgotamento pode ser percebido a partir de sintomas físicos. Como palpitações, dores de cabeça, pressão alta e aumentos dos batimentos cardíacos.

Estes sintomas são comuns, principalmente, no primeiro momento. Quando as demandas de trabalho são maiores que os recursos materiais e humanos. De forma que o colaborador se sobrecarrega para buscar realizar todas as tarefas.

  • Sensação de que não é recompensado no trabalho como deveria

Caso o ambiente de trabalho da empresa não seja um espaço acolhedor, o colaborador pode sentir que seu esforço é em vão. Dessa forma, tem a sensação de que seu trabalho não é valorizado e que ele mesmo não é recompensado como deveria.

Este sentimento pode causar ainda a sensação de insuficiência. Nestes casos, o profissional pode desenvolver o sentimento de que não está fazendo o suficiente. Uma percepção que pode se estender até mesmo para sua vida pessoal.

  • Baixo rendimento no trabalho, irritabilidade e falta de concentração

Todas estas situações têm um impacto direto no desempenho das tarefas de quem sofre com a Síndrome de Burnout. Neste cenário, o baixo rendimento no trabalho pode reduzir ainda mais o interesse do profissional pela sua função.

Assim, este trabalhador pode adotar comportamentos de distanciamento emocional, cinismo e rigidez. Além de apresentar quadros de irritabilidade e falta de concentração para realização de demandas simples.

Qual a relação entre a síndrome e o desgaste dos trabalhadores?

Como vimos, são justamente as situações de desgaste e o esgotamento causado pelo excesso de problemas ou dificuldades relacionadas ao ambiente de trabalho que levam os trabalhadores ao limite emocional.

Ou seja, a Síndrome de Burnout não é um transtorno adquirido da noite para o dia. Ela é desenvolvida à medida que o local de trabalho se torna cada vez mais estressante e nocivo para a saúde mental dos trabalhadores.

Mas, afinal, como lidar com esta situação?

  • Avaliar e promover condições melhores de trabalho

Em primeiro lugar, vale lembrar que antes de ser um profissional, o trabalhador é um ser humano. Por isso, é fundamental que ele esteja em um ambiente confortável, acolhedor e humanizado para que possa desempenhar suas funções.

Por isso, oferecer melhores condições de trabalho é uma premissa básica. Mas, não é a única. Afinal, é importante medir constantemente o clima organizacional da empresa e avaliar se o ambiente é, de fato, um espaço de trabalho saudável para os trabalhadores.

  • Principais Causas e Como auxiliar o trabalhador

Uma vez que o burnout também é conhecido como esgotamento profissional, é fácil imaginar que sua origem está relacionada à rotina organizacional.

Mas, você sabe quais são os principais gatilhos que podem desencadear problemas como este? Confira!

  • Falta de reconhecimento dos superiores
  • A sensação de desvalorização profissional é uma das principais causas do desenvolvimento da Síndrome de Burnout. Isto porque, nestas situações, o profissional pode se sentir motivado a trabalhar cada vez mais para conquistar este reconhecimento.
  • Falta de autonomia

Outro ponto que pode agravar este cenário é a falta de autonomia no desempenho das funções. O que tem relação direta com o aumento do estresse organizacional por não conseguir executar suas tarefas com a liberdade necessária.

  • Carga horária excessiva

Não é segredo que a carga horária de trabalho excessiva é também uma das principais causadoras do burnout. Afinal, neste cenário, os colaboradores trabalham além do que é o ideal, levando ao esgotamento em curto espaço de tempo.

  • Cultura organizacional desequilibrada

Por fim, uma cultura organizacional desequilibrada também pode ser um ponto decisivo para desestabilizar a saúde mental dos trabalhadores. Principalmente se ela não for pautada em políticas de diversidade. O que pode gerar um grande desconforto para mulheres e outros grupos historicamente segregados.

  • Qual é o papel das empresas na prevenção e tratamento do burnout?

Neste cenário, é fundamental que as empresas assumam o protagonismo e trabalhem ações de prevenção e tratamento deste e de outros problemas relacionados ao estresse organizacional.

Para isso, algumas alternativas são:

  • Implantar cultura de feedback;
  • Criar programas internos de incentivo à qualidade de vida;
  • Oferecer programas de psicoterapia;
  • Incentivar o diálogo e a colaboratividade entre diferentes níveis hierárquicos;
  • Não estimular cargas de trabalho excessivas.

Além disso, outra maneira de promover um ambiente de trabalho mais saudável e evitar problemas como a Síndrome de Burnout é oferecer benefícios que ajudem a facilitar a vida dos profissionais.

Conte com o Sindesc

O nosso sindicato está empenhado em defender os profissionais da nossa categoria. Sabemos que é um trabalho estressante e que muitos trabalhadores da área contábil enfrentam a Síndrome de Burnout.

Caso você necessite, entre em contato com o Sindesc que vamos lhe orientar sobre como enfrentar o problema e superar essa dificuldade. Conte com a gente.