Clomar Porto, Autor em Sindesc - Página 9 de 12

Em abril foram abertos mais 85 escritórios contábeis no RS

Porto alegre apresentou o maior numero de Escritórios constituídos em abril, ao todo foram 26 escritórios. Canoas e Caxias do Sul foram  a segunda,e terceira cidades em abertura de escritórios, com 6 escritórios e 4 escritórios, respectivamente.

A tabela 01 a seguir evidencia a natureza jurídica desses escritórios.

A Tabela 02 demonstra o numero de escritórios criados em função do Capital Social.

O porte dos escritórios contábeis estabelecidos neste mês é explanado  na tabela 03.

ACORDO JÁ! Quem trabalha em escritório de contabilidade merece ser valorizado. Não é escravo!

🚨 Nesta quarta-feira, 10 de maio, tivemos mais uma reunião de negociação junto ao segmento patronal representado pelo Sescon. Infelizmente saímos de lá frustrados devido a postura patronal, já que na reunião anterior, no dia 25 de abril, houve certo avanço quando os patrões admitiram verificar a possibilidade de dar um reajuste de 6% e a manutenção dos direitos da Convenção Coletiva.

😡 Porém, surpreendentemente, hoje eles voltaram atrás, e desdisseram o que haviam dito naquela reunião! Isso não ajuda em nada o processo de negociação e revela que o Sescon não está priorizando chegar a um acordo que valorize a nossa categoria.

▶️ Nós, do Sindesc, reafirmamos nossa disposição para fechar o acordo ainda neste mês de maio, e consideramos para isso, inclusive, a proposta de 6% de reajuste, desde que seja imediato e mantenha todos os nossos direitos. Mas para isso, o Sescon tem de querer e mudar de atitude, e saber que quem trabalha em escritório de contabilidade não é escravo. Tem de ser valorizado!

Saiba como foi a reunião de negociação do dia 25/4

⚠️ ATENÇÃO colegas que trabalham em escritórios e empresas contábeis no RS: como vocês têm acompanhado, estamos em pleno processo de negociação da nossa Campanha Salarial 2023/24 que vai definir a Convenção Coletiva da categoria. Vocês também já sabem que nas duas primeiras reuniões junto ao setor patronal, representado pelo Sescon, não houve avanços e, pelo contrário: eles diziam querer dar reajuste zero (sem nenhum aumento real) e ainda retirar direitos.

🚨 Na reunião ocorrida nesta terça, 25/4, informamos a eles que tal postura tem gerado muita indignação nos escritórios e que nós, do Sindesc RS, não aceitamos retrocessos, ou seja, nossa posição é NENHUM DIREITO A MENOS. Além disso, a expectativa da nossa categoria é pela valorização com aumento real. É justo e achamos que é possível, basta o segmento patronal querer.

✅ Neste sentido nós, do Sindesc RS, estamos confiantes que é viável chegarmos a um acordo que beneficie a categoria já na próxima reunião, esta que deverá ser no início de maio. Por isso seguimos defendendo o diálogo como o melhor caminho, sem intransigências e com foco na valorização justa de quem trabalha no segmento da contabilidade.

🙌🏾 Contabilidade, apesar de ser uma ciência exata, rima com sensibilidade. É sensibilidade o que esperamos do segmento patronal, o Sescon, na próxima reunião.

Em Brasília, presidente do Sindesc RS apresenta projeto em defesa do piso nacional do contador

 Na semana passada, no dia 13 de abril, o presidente do Sindesc RS, Fernando Lemos, esteve em Brasília e teve uma reunião com a Deputada Federal Daiana Santos, PCdoB RS. No encontro Fernando apresentou a ela sugestão de Projeto de Lei com, pelo menos, quatro ítens de grande interesse à categoria da contabilidade e para os trabalhadores em geral:

  •  piso nacional para o contador;
  •  inclusão no Programa de Alimentação do Trabalhador, PAT, das empresas tributadas pelo Simples Nacional, lucro presumido, profissionais liberais e MEI;
  • dedução do valor pago em aluguel no Imposto de Renda;
  • “Crédito Diversidade”, seria um programa que geraria um crédito às empresas que contratarem empregados LGBTQIA+, portadores de deficiência, oriundos do sistema prisional, entre outros.

A deputada considerou relevantes as ideias e comprometeu-se em levar adiante o projeto.

NOTA sobre negociação salarial 23/24

⚠️ A direção do Sindesc RS, Sindicato dos Empregados em Escritórios e Empresas Contábeis do RS, que representa mais de 20 mil funcionários e funcionárias no nosso estado, lamenta a postura do setor patronal na mesa de negociação da Convenção Coletiva 2023/2024, representado pelo Sescon RS, pois este tem se mostrado intransigente e na contramão daquilo que a categoria espera após tanta dedicação.

🗣️ Ao invés de valorizarem quem trabalha no dia a dia com dedicação nos escritórios contábeis, os patrões sinalizam na mesa de negociação com justamente o contrário daquilo que pregam no discurso dirigido aos seus funcionários quando os chamam de “colaboradores”, e que são, segundo eles, quase membros da família.

🗣️ A verdade da negociação, nas duas rodadas já ocorridas até aqui é:

▶️ ofereceram reajuste zero, ou seja nada de aumento real;

▶️ e, ainda, condicionam a reposição da inflação (INPC) a retirada de direitos! Entre as ameaças, pasmem, estão a retirada conquistas históricas da categoria como o auxílio-creche que os pais recebem e a gratificação natalina.

🧐 Onde está a responsabilidade social do donos de escritórios e empresas contábeis do RS? É assim que tratam aqueles e aquelas que tão bem fazem seu trabalho e geram seus lucros.

✅ O Sindesc seguirá apostando no diálogo e no acordo já, porém não aceitaremos chantagens nem retirada de direitos. Esperamos que o Sescon mude a sua postura na próxima negociação em respeito ao trabalho e os direitos da nossa categoria.

✅ Passe essa nota adiante. Sindesc RS, compromisso contigo, que trabalha em escritório ou empresa contábil no RS. É a nossa união que faz a diferença!

Conselheiras da Fecosul, Izane Mathos e Vanessa Lemos, que também é do Sindesc RS, tomam posse no Conselho Estadual da Mulher

As diretoras da Fecosul, Izane Mathos e Vanessa Lemos, tomaram posse como conselheiras do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (CEDM). A cerimônia ocorreu na tarde desta segunda-feira (27/3), no Auditório Dante Barone, na Assembleia Legislativa. Junto com ela, diversas outras ativistas também tomaram posse, como as representantes da CTB, FETAR e SINDIFARS.

Foi a pressão e a unidade dos movimentos de mulheres que permitiram que, após quatro anos, fosse nomeado e empossado o CEDM. “Vamos cobrar e fiscalizar o governo do Estado para que, de fato, sejam retomadas as políticas públicas para as mulheres e combatida a violência de gênero”, afirmou Angela Antunes, representante da CTB RS.

O governador Eduardo Leite não compareceu ao evento, que foi comandado pelo secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul, Mateus Wesp. O secretário encerrou o ato sem convidar as integrantes do CEDM ao palco. Somente após pressão do público, as conselheiras foram chamadas e tomaram posse na cerimônia.

Após o ato no Dante Barone, as conselheiras se reuniram, elegeram a diretoria executiva e elaboraram o calendário de reuniões.

O CEDM foi criado em 25 de abril de 1986, e em 2012 foi sancionada a lei que o regulamenta. O Conselho é um órgão público de caráter autônomo, deliberativo, normativo e fiscalizador, que prioriza a validação dos direitos da mulher e tem como tarefa a interlocução entre sociedade civil e Estado no que diz respeito aos direitos das mulheres.

Veja algumas das conselheiras eleitas:

Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil/RS:
ANGELA ANTUNES DE SOUZA
KETRUIN JARDELA DUTRA DA SILVA

FECOSUL:
IZANE MARE RIBEIRO MATHOS
VANESSA OLIVEIRA DOS SANTOS LEMOS

Federação dos Trabalhadores Assalariados Rurais do Rio Grande do Sul – FETAR:
MARIA FELICIA DA LUZ CASTRO
FERNANDA ALMEIDA DE ALMEIDA

Sindicato dos Farmacêuticos no Estado do Rio Grande do Sul – SINDIFARS:
HELENA CAVALCANTI RANSOLIN
BRUNA MEDEIROS DA SILVA

UBM/RS
FABIANE DUTRA OLIVEIRA
ISABELA LUZARDO MONTEIRO

Fonte: Sintergs
Foto: Karen Viscardi

Posição do Sescon frustra categoria na segunda reunião de negociação

A segunda rodada e negociação da campanha salarial 2023 dos funcionários e funcionárias de escritórios e empresas contábeis do RS ocorreu na tarde desta quarta-feira, 22, na sede do Sescon (setor patronal), em Porto Alegre. Porém, a posição do segmento patronal foi frustrante para a categoria já que sinalizaram apenas com reajuste sem aumento real nos salários, ou seja, zero de ganho real, e ainda condicionaram esse índice absurdo à retirada de direitos já conquistados como o auxílio-creche e a gratificação de natal, o que é INACEITÁVEL!

O Sindesc tem insistido que neste momento é necessário valorizar o trabalho da categoria com um índice de reajuste de 8,91%, o mesmo que o governo vai dar para compor o salário mínimo nacional, e que representaria um merecido ganho real nos vencimentos de quem trabalha em escritório ou empresa contábil no RS.

Além disso, há diversas outras demandas que a categoria escolheu como prioritárias na pesquisa realizada em fevereiro e que não podem ser simplesmente ignoradas pelos patrões.

Segundo o presidente do Sindesc RS, Fernando Lemos, o sindicato não aceitara migalhas nem retrocessos e segue com a disposição para o diálogo de alto nível na mesa de negociação. “Sabemos que tem havido um crescimento significativo no nosso segmento nesses últimos anos, que se expressa com o aparecimento de novos escritórios de contabilidade e através do crescimento numérico verificado na categoria. Contudo, esse crescimento precisa vir acompanhado da valorização de quem trabalha”, pontuou.

Fernando acredita que pode evoluir nas próximas reuniões e faz um apelo ao setor patronal para que tenha sensibilidade e valorize a categoria. “Nossa posição é pelo acordo já, para uma resposta imediata que valorize o trabalho da nossa categoria. É justo e necessário, basta o setor patronal querer”.

Imposto de Renda 2023: entrega da declaração começa nesta quarta-feira e vai até 31 de maio

A Receita Federal começa a receber nesta quarta-feira (15) as declarações do Imposto de Renda de 2023. O Leão espera receber entre 38,5 milhões e 39,50 milhões de declarações até o fim do prazo, que vai até 31 de maio. Quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 no ano, média de R$ 2.380 por mês, incluindo salários, aposentadorias, pensões e aluguéis, precisa declarar o IR.

Os contribuintes que entregarem a declaração antes têm mais chance de receber a restituição primeiro, pela opção pré-preenchida, se não houver problemas com a declaração. Também terá prioridade no recebimento da restituição quem optar por receber o valor por chave Pix, desde que a chave seja o CPF do cidadão.

A declaração pré-preenchida está disponível para contribuintes com conta no sistema gov.br, de nível de segurança ouro ou prata. Segundo a Receita Federal, o objetivo é reduzir irregularidades que podem levar o contribuinte à malha fina, até mesmo por erros de digitação.

O modelo possibilita preencher quase todas as informações automaticamente a partir do declarado no ano anterior. São incluídos nesse caso os dados relativos a rendimentos, deduções, bens e direitos, dependentes e dívidas e ônus reais. Pagamentos dedutíveis em 2022, como médicos, planos de saúde, escolas, devem ser conferidos na pré-preenchida e, se for o caso, alterados ou excluídos. O mesmo para o campo bens e direitos.

Quem pretende fazer a declaração em smartphones precisa baixar nova versão do app Meu Imposto de Renda. A Receita prevê que liberação da nova versão no Google Play (Android) e na App Store (Apple) durante este dia 15 de março.

Segundo o supervisor nacional do programa do Imposto de Renda, José Carlos da Fonseca, a responsabilidade pela declaração é do contribuinte. Assim, ele deve conferir atentamente as informações recuperadas pela pré-preenchida com os comprovantes de rendimentos recebidos.

É preciso atenção

O contribuinte deve ser o responsável por complementar informações não recuperadas. A Receita alerta que, assim como o contribuinte pode errar no preenchimento da declaração, a fonte da informação da pré-preenchida (como empresas, bancos, imobiliárias, clínicas médicas etc.) também pode fornecer informação errada.

Quem deve declarar

As regras para declarar o Imposto de Renda em 2023 dizem respeito à movimentação financeira do trabalhador em 2022, que é o ano-base da declaração. Nem todo contribuinte que pagou IR no ano passado está obrigado a declarar. No entanto, se enviar o IR sem estar enquadrado nos critérios de obrigatoriedade, recebe de volta tudo o que for descontado.

É obrigado a declarar IR em 2023:

  • Quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2022. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado e inclui salário, aposentadoria e pensão do INSS ou de órgãos públicos;
  • Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;
  • Quem obteve, em qualquer mês de 2022, lucro em operações em bolsas de valores cuja soma foi superior a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais).
  • Quem obteve, em qualquer mês de 2022, lucro líquido na transferência de propriedade de bens ou direitos sujeitos à incidência do imposto (por exemplo, venda de carro com valor maior do que o pago na compra);
  • Quem teve isenção de imposto sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais, seguido de aquisição de outro imóvel residencial no prazo de 180 dias;
  • Quem teve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
  • Quem tinha, até 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
  • Quem passou para a condição de residente no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição até 31 de dezembro.

Prazos

De acordo com a Receita Federal, o programa de declaração do Imposto de Renda será liberado para download em computadores, celulares e tablets somente em 15 de março, mesmo dia em que começa o prazo de entrega do documento.

Quem é obrigado a declarar e deixa de enviar o documento no prazo determinado paga multa mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido no ano.

FONTE: RBA

Sindesc RS apresenta pauta da categoria na primeira reunião de negociação com patronal

A primeira reunião de negociação entre o Sindesc RS, que representa os funcionários e as funcionárias de escritórios de contabilidade e o setor patronal, representado pelo Sescon RS, para tratar da Convenção Coletiva 2023/2024 ocorreu nesta quarta-feira, 01 de março.

Nessa primeira rodada de negociações, o Sindesc RS apresentou a pauta da categoria que tem como prioridades:

  • reajuste nos salários com aumento real,
  • implantação dos pisos por nível de escolaridade,
  • criação do adicional por triênio de trabalho,
  • reajuste do vale-alimentação e do vale-refeição,
  • criação do Prêmio Assiduidade,
  • redução do valor de desconto do vale-transporte,
  • auxílio para pagamento da Anuidade do CRC,
  • pagamento da auxílio-combustível,
  • pagamento de curso de atualização e/ou aperfeiçoamento profissional
  • prêmio por trabalho em múltiplos setores,
  • auxílio-rancho no mês de dezembro,
  • auxílio-trabalho Home office,
  • implantação de plano odontológico,
  • implantação de seguro de vida em grupo.

Segundo o presidente do Sindesc RS, Fernando Lemos, é preciso valorizar os profissionais de contabilidade e esta valorização via se dar com melhores salários e condições de trabalho. “O momento é oportuno, pois a economia voltou a crescer e os profissionais de contabilidade já demonstraram o quanto se dedicaram no momento de pandemia”. Lemos aguarda ainda no mês de março de 2023 uma segunda reunião com o Sescon/RS para continuidade das negociações.

Todas as formas de violência contra a mulher aumentaram em 2022, aponta pesquisa

Os resultados da quarta edição da pesquisa Visível e Invisível: A Vitimização de Mulheres no Brasil alertam para o fato de que 33,6% das mulheres já sofreram violência física ou sexual por parte do parceiro íntimo ou do ex.

O estudo demonstra um crescimento expressivo de todos os tipos de violência e indica o ambiente doméstico como o espaço de maior violência para as mulheres: pelo menos 53,8% das vítimas apontam ter sofrido as agressões em casa. Em média, 27,6 milhões de mulheres sofreram alguma forma de violência provocada por parceiro íntimo ao longo da vida no Brasil.

Os dados apontam um cenário preocupante: diariamente, mais de 50 mil mulheres sofreram algum tipo de violência em 2022. O levantamento, realizado entre 9 e 13 de janeiro, ouviu pessoas acima de 16 anos em 126 cidades do Brasil, abrangendo todas as regiões do País. Houve 2.017 entrevistas, sendo 1.042 com mulheres, das quais 818 responderam ao bloco sobre vitimização.

A pesquisa ainda mostra que a violência tem raça, gênero e idade. As maiores vítimas são mulheres pretas, com baixo grau de escolaridade, entre 25 e 34 anos.

Entre as formas de violência empregadas contra as mulheres, houve uma piora em todas elas, seja física, como tiros e esfaqueamentos, ou insultos, humilhação e xingamentos.

Há três condições, conforme o monitoramento, que podem ter ocasionado o aumento da violência contra mulheres no País.

A primeira diz respeito ao desmonte das políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero pelo governo do ex- presidente Jair Bolsonaro (PL).

Uma nota técnica produzida pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos mostrou que em 2022 houve o menor emprego de recursos para o combate à violência contra mulheres em uma década. “Sem recursos financeiros, materiais e humanos não se faz política pública”, diz o relatório.

A pandemia da Covid-19 também é apontada como um dos motivos, por ter comprometido o funcionamento de serviços de acolhimento às mulheres em situação de violência.

“A restrição nos horários de funcionamento, as dificuldades de circulação impostas pelas necessárias medidas de isolamento social e a redução das equipes de atendimento foram fatores que afetaram em algum grau os serviços de saúde, assistência social, segurança e acesso à justiça em todo o País.”

A terceira razão, diz o estudo, é o crescimento no alcance do discurso de extrema-direita. “Este processo parece ter se intensificado na sociedade brasileira com a eleição do político de extrema-direita Jair Bolsonaro”, afirma o documento. “Se a eleição de Bolsonaro é sintoma de uma sociedade em que grupos ultra-conservadores encontraram espaço para florescer, foi em sua gestão que a violência política, a violência contra jornalistas (especialmente mulheres) e a radicalização de parte significativa da população se consolidaram.”

FONTE: CARTA CAPITAL