Nota sobre a greve geral – Vamos aderir!

Mínimo Regional: Deputados de costas para os trabalhadores
29 de maio de 2019

Nota sobre a greve geral – Vamos aderir!

A Greve Geral no Brasil, que acontecerá no dia 14 de junho, está sendo construída desde o 1º de maio – Dia do Trabalhador, no qual diversas categorias de trabalhadores se uniram e promoveram atos e mobilizações em todo o país.

O motivo central da greve é dado pelo governo Jair Bolsonaro, que desde que foi eleito, há cinco meses, não apresentou nenhum projeto de criação de empregos e a favor do aumento da renda para que o país saia da crise. Ao contrário, apresentou uma proposta de reforma da Previdência que dificulta a aposentadoria, diminui os valores dos benefícios, abre o caminho da previdência privada – que inviabiliza uma aposentadoria digna – e não corta privilégios do setor público do alto escalão e nem dos militares.

Além de tudo isso, o governo Bolsonaro está cortando verbas da educação – de nível básico às universidades, inclusive aquelas que dão suporte de atendimento de pesquisas na área da saúde, prejudicando Santa Casas e demais entidades de educação dentro do atendimento aos pacientes do SUS.

Estudantes, professores de diversos níveis, escolas e universidades já organizaram diversos atos pelo Brasil com o propósito de reverter os cortes do orçamento na educação e contrários ao texto da reforma da Previdência.

Os cortes não param por aí. Os trabalhadores sofrem hoje com ações realizadas ainda no governo Temer, como a reforma trabalhista e a terceirização. Vivemos tempos de precarização das relações de trabalho, nos quais o governo tira dos trabalhadores para entregar aos bancos e empresários, fazendo dos ricos ainda mais ricos e jogando os trabalhadores para a zona da miséria.

Na visão do Sindesc-RS, ou o povo reage ou ficaremos nas mãos do poder econômico, com um aumento ainda maior da concentração de renda, favorecendo uma minoria, o aumento da pobreza e da desigualdade social. E sem os direitos trabalhistas, duramente conquistados e, ainda, sem aposentadoria.

Neste sentido, o sindicato recomenda que a categoria e seus associados participem da greve geral, das mobilizações e da luta contra o retrocesso. Nossa união nos faz mais fortes!